quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Por onde anda o Grupo Abba


Quem viveu nos anos 70 com certeza já dançou ao som de hits como S.O.S, Money, Money, Money, Super Trouper, Waterloo e a clássica Dancing Queen. Muita gente pode até torcer o nariz e dar uma olhada em volta quando algum desses clássicos grudentos e divertidos tocam nas pistas, mas pode ter certeza que depois que a vergonha inicial vai embora, é sucesso garantido.

A banda, que encerrou suas atividades em 1982, começou como um conto de fadas – o vocalista e tecladista Benny Andersson se juntou com o guitarrista e vocalista Bjorn Ulvaeus, e a dupla começou a trabalhar em parceria. Mais tarde, Anderson começou um relacionamento com Agnetha Faltskog, que já fazia sucesso nas paradas da época com o hit I Was So In Love, enquanto que Ulvaeus se envolveu com a também cantora Anni-Frid Lyngstad, também conhecida como Frida. E estava formado o Abba, que baseou seu sucesso exatamente na união das vozes dos quatro integrantes.

O grupo começou a despontar nas paradas quando ganhou o concurso de melhor canção da Eurovision com a música Waterloo. Outros singles de sucesso continuaram a manter o grupo no topo das vendas, como Dancing Queen, Mamma Mia, Knowing Me, Knowing You e The Name of The Game. Mas não podia durar eternamente – os casais se separaram, a dinâmica do grupo deixou de funcionar e o Abba foi oficialmente declarado uma banda do passado.

E por onde andam os integrantes do Abba?

Após se separarem, os casais continuaram no mundo da música. Anni-Frid Lyngstad lançou Something's Going On, seu primeiro álbum solo, produzido por Phil Collins, e continuou a compor outros trabalhos, como Shine, de 1984, e Djupa Andetag, de 1996.

Agnetha Faltskog começou sua carreira solo em 1983 com Can’t Shake Loose, produzido por Mike Chapman. No mesmo ano, lançou o single It's So Nice To Be Rich/P&B, que fez sucesso na Suécia. Posteriormente, a cantora passou a lançar singles eventuais e a se dedicar aos filhos.

Benny Andersson continuou lançando diversos álbuns em carreira solo, e expandiu sua carreira compondo para peças de teatro e filmes. Em setembro, Andersson vai participar, juntamente com Ulvaeu, do Thank You For The Music... A Celebration Of The Music Of Abba, no qual músicos convidados vão interpretar os maiores sucessos da carreira da banda.

Ulvaeus também começou a investir em sua carreira solo, mas seu maior projeto foi o Chess in Concert, que contou com trilha sonora feita por ele e Andersson. Os dois também se reúnem eventualmente para pequenas apresentações, nas quais sempre acabam celebrando a carreira do Abba tocando diversos hits. Ulvaeus (assim como Andersson) também fez uma ponta no musical Mamma Mia!, filme que homenageou o Abba e reinterpretou os maiores sucessos da banda.

Reunião?

O Abba pode ter terminado em 1982, mas os fãs da banda continuam firmes e fortes afirmando que a banda vai se reunir ao menos para uma série de shows. E os rumores realmente quase decretaram a volta da banda – o tablóide inglês The Sun havia informado que o grupo substituiria Michael Jackson nas 50 apresentações agendadas na 02 Arena, em Londres.

Mas durou pouco. No dia 4 de julho, Anderson negou que a banda estaria se reunindo, e pôs fim às esperanças dos fãs.

abba

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Por onde anda Nikka Costa?



Afilhada de Frank Sinatra, cantora estreou ainda criança, e hoje tenta se firmar como musa sexy do soul


Nikka Costa hoje: sensual e ousadaCom uma vozinha estridente que fazia lembrar o pequeno Michael Jackson dos anos 70, Nikka Costa começou cedo a carreira de cantora. Graças ao pai, o arranjador e produtor musical Don Costa, a pequena japonesa – sim, Nikka nasceu em Tóquio – de origem ítalo-americana cantou com Frank Sinatra com apenas nove anos. Sinatra, amigo pessoal de Don e padrinho de Nikka, fez um dueto com a pequena em plena Casa Branca, durante um concerto beneficente para a Fundação "To love a child" de Nancy Reagan.

Mas não foi titio Sinatra que deu fama à afilhada. Nesta época, Nikka já era famosa por cantar a balada “On my own”. Seu primeiro disco, lançado em 1981, vendeu dois milhões de cópias no mundo todo – com exceção dos Estados Unidos, ironicamente, país onde vivia.

Nikka cresceu nos estúdios de Los Angeles acompanhando o pai, que produzia artistas do soul como Quincy Jones e Sammy Davis Jr. Em 1983, Don produziu o segundo disco da filha, “Fairy Tales”. Mas uma tragédia interrompeu o que poderia ser mais um grande sucesso em sua carreira. Durante as viagens de divulgação do álbum, Nikka ficou sabendo da morte do pai, por infarto.

Nikka Costa ao lado do pai, o arranjador Don Costa
Sem seu incentivador e protetor ao lado, Nikka desapareceu do mapa. Ficou seis anos sem gravar até 1989 quando, adolescente, lançou “Here I Am”. Uma das baladinhas do disco, “Midnight”, fez sucesso no Brasil ao se tornar tema da novela “Gente Fina”. Mas foi na Austrália que Nikka fez seu maior número de fãs. Tanto que recebeu uma indicação a Melhor Artista Revelação no Australian Recording Industry Awards.

Graças ao sucesso na Austrália, Nikka se mudou para lá aos 20 anos, em 1992. Em 1996, lançou “Butterfly Rocket” e “Live At The Bridge”. Mas sua carreira deu uma reviravolta mesmo quando conheceu o produtor Dominique Trenier, que a apresentou a Justin Stanley e DJ Mark Ronson (ex-produtor de Amy Winehouse e irmão de Samantha Ronson). Por influência dos três, Nikka ganhou um banho de rhythm & blues e rock e lançou “Everybody Got Their Something” (2001).

Vestindo roupas sensuais, com decotes ousadíssimos e calças valorizando o bumbum - “Batalho muito para deixá-lo bonito”, disse, certa vez -, Nikka Costa vem tentando se transformar em símbolo sexual. Desde a virada em 2001, a cantora lançou ainda os elogiados “Can'tneverdidnothin'” (2005) e “Pebble To A Pearl” (setembro de 2008). Sempre primando pela ousadia no visual.

Atualmente, é casada com Justin Stanley - um dos produtores que a ajudaram no seu “desabrochar” -, e tem um filho pequeno, Sugar, de dois anos.

Photobucket som pip

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Filosofias de banheiro


“O mel da sua boca é o própolis da minha gripe”

“Antes eu era convencido… agora sou perfeito !”

“Cada ovo quebrado, é um pinto julgado.”

“Sonhei com um mundo fresco.
sonhei que nadava num mar,
num mar de chocolate.
Até que uma hora eu acordei
e acordei todo cagado”

“Eu sou ninguém
Ninguém é perfeito
portanto, eu sou perfeito”

“Coisas que você nunca viu, mas existe:
-Enterro de anão
-Cabeça de bacalhau;
-Japonês loiro;
-Acasalamento de pombos;
-Desenho japonês com olho pequeno;
-Peixe dormindo.”

“Quem caga faz cocô”

“Ninguém possui a verdade apenas opiniões”


“A vida nas grandes cidades está cada vez mais desumana. Os mudos já não se falam, os cegos nem se olham, e os manetas não se cumprimentam mais!”

“Coitado do espermatozóide… Mora num ovo, o prédio é um saco, o vizinho de trás fede pra caramba, o vizinho de cima é um pentelho, e o síndico, quando tá duro, põe ele pra fora!”

“Nunca diga “Eu não posso”; diga “Nós não podemos””

“Nunca teste a profundidade de um rio com ambos os pés”

“O Brasil está em nossas mãos… E não adianta lavar!!”

“O cigarro disse ao fumante: Hoje você me acende, amanhã eu te apago”

“O importante é o que importa, não importa como.”

“O mundo precisa de mais gênios humildes! Hoje em dia somos poucos..”

“Onde quer que você esteja, você sempre estará lá!”

“Onde vamos parar?! Até Papai Noel anda saindo com veados”

Fonte: ostralouca

banheiro
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